
Trajetória
Uma vida entre a segurança pública, a comunicação e a defesa das famílias. Marco não chega ao debate por teoria — chega pela experiência de quem atendeu ocorrência e ouviu vítima.

A rua ensinou o tamanho do problema.
A carreira na Polícia Civil colocou Marco diante da violência todos os dias — e da distância entre o que a lei promete e o que chega na ponta. É de lá que vem a leitura prática sobre estrutura, efetivo, investigação e prevenção.

Traduzir o que fica restrito ao meio policial.
No podcast Diário de Polícia, Marco explica para o público como funciona uma investigação, o que fazer diante de uma ameaça e quais são os direitos de quem procura ajuda. Informação que protege vale mais que discurso.

A família deu o motivo.
A convivência com a realidade das famílias atípicas transformou uma experiência pessoal em bandeira pública: diagnóstico, terapia, escola inclusiva e apoio a quem cuida — pautas que raramente disputam espaço no debate.
“Não adianta falar de segurança sem falar de escola, de emprego e de uma mãe que não consegue terapia para o filho. Tudo isso é a mesma conta.”
Marco Cobra
Por que São Paulo
São Paulo concentra tudo o que Marco discute há anos: pressão sobre a segurança, rede de saúde no limite, transporte que define a rotina de quem acorda cedo e um tecido social forte — trabalhador, comerciante, professor e agente público. A mesma conta se repete em centenas de cidades do Estado.
Segurança, saúde e escola são responsabilidade do Governo do Estado — e é na Assembleia Legislativa que se aprova a lei, se define o orçamento e se fiscaliza a entrega. Por isso a cobrança nasce no bairro e chega ao Palácio dos Bandeirantes.
